INDÚSTRIA NAVAL: SEGMENTOS BUSCARÃO NOVO OPERADOR PARA CONCORRER LICITAÇÕES NO ESTALEIRO RIO GRANDE
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Encontro aconteceu na tarde desta quarta-feira
Na tarde desta quarta-feira, o prefeito Alexandre Lindenmeyer se reuniu na sala de reuniões da Prefeitura com lideranças da região para discutir e apresentar à comunidade rio-grandina os encaminhamentos trazidos das reuniões com a Petrobras e o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), no Rio de Janeiro, na última segunda-feira.
Estiveram presentes n representantes da imprensa, da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), da Azonasul, do Sinterg/CUT, da Federasul, da Federação dos Metalúrgicos, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico de Rio Grande e São José do Norte (STIMMERG), Fecomércio, além do presidente da Câmara dos Vereadores.
Das reuniões de articulação no Rio, que envolveram representantes municipais, do governo estadual, governo federal, lideranças locais e segmentos ligados à indústria naval, os principais encaminhamentos foram a hipótese de criação de um projeto de defesa dos ativos locais junto ao Banco Brasil Rural para que um novo operador possa assumir o Estaleiro Rio Grande, que depende, porém, do término do processo de recuperação judicial iniciado pela Ecovix, que ainda tem a posse do local; e a entrada do Sinaval na esfera judicial para que se mantenham em Rio Grande as novas licitações para construção de cascos que acontecerão em janeiro.
Lindenmeyer disse que mesmo que se tenha a consolidação de um novo operador para o estaleiro, existe um tempo obrigatório para a elaboração do projeto e sua respectiva execução, que juntos somam, pelo menos, um ano de espera.
A respeito da continuidade da construção plataforma P-71, que tem 50% da sua estrutura construída, a Petrobras disse que necessita de cerca U$ 180 milhões para terminar a plataforma e que, por hora, não tem estes recursos. A estatal, portanto, deu “baixa como prejuízo” na parte construída. Sobre esta pauta as lideranças locais sustentaram que se houver a possibilidade de um terceiro concorrer à licitação em janeiro, que se licite neste processo também a P-71, no patamar em que se encontra.
Texto: Assessoria de comunicação PMRG
Foto: Marcos Jatahy
Rodrigo de Aguiar
